A Torre de Sangue
A casa da família Metzen caiu. Hans Metzen matou seu irmão Oliver, assumiu seu lugar, conspirou com a cabala secreta de magos que assombra a cidade. Ele jogou todos contra seu irmão Sebastian. Levou Aslan, marido de sua irmã a uma armadilha de morte. Entregou a vida de sua irmãzinha nas mãos de um demônio para poder vencer seus inimigos. Hans Metzen sucumbiu ao mal e levou todos da sua família junto, até mesmo Ivan Durval que sempre esteve do seu lado.
O velho Ludovico e o jovem Nathaniel conseguiram escapar da irá sanguinária de Hans. Mas o coveiro não teve a mesma sorte. Quando a torre de sangue surgiu na cidade, o demônio Azdramond, o senhor dos mistérios, completou seu plano diabólico: colocar os magos da liga mercantil contra os clérigos da igreja de Ezra, promover chacinas irracionais em ciclos de 50 anos e por fim realizar um hediondo ritual da mais profana escuridão, vitimando inocentes, apenas para abrir um portal de volta ao seu mundo. Ele escapou, mas a torre de sangue surgiu no centro da cidade, no palco das chacinas. Da torre de sangue, surge um grupo de cavaleiros ensangüentados e sujos de areia. Será areia do deserto da morte, do vale do umbral, no etéreo raso onde repousam as almas penadas?
A Fuga
O coveiro revida e de pronto é morte pela irá dos cavaleiros banhados de vermelho carmesim. O velho Ludovico e o jovem Nathaniel se evadem. Toda aquela cena foi de mais para a sanidade deles. Eis que Rakhla, o misterioso amigo do coveiro surge em auxilio do velho. Chama para fugir da cidade. Ele está numa carroça com a silenciosa irmã. O velho aceita. Na fuga encontram o jovem Nathaniel. E juntos deixam a cidade de Sendrach.





